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    Novidades — confeiteira

    A arte de ser confeiteira - Viviane Sousa

    A arte de ser confeiteira - Viviane Sousa

    A arte de ser confeiteira -Viviane Sousa 


    A atividade de confeiteira teve a sua origem na panificação, como conseqüência do aprimoramento no período da idade média de suas técnicas de manipulação, assim como o refinamento de receitas com a adição de ingredientes como o mel, frutas secas e condimentos; antes raros ou totalmente escassos na cozinha.


    A profissão da confeiteira


    Os confeiteiros eram considerados os artesãos do açúcar e incluídos no rol dos grandes artistas. Por esta razão eram empregados na corte de grandes nobres.
    No século XVII era figura central nas festas da nobreza. Eram eles que preparavam as grandes decorações de mesa com peças no estilo barroco, tão refinadas que hoje seria muito difícil de se reproduzir semelhante arte.
    Inspirados na arquitetura barroca, eram reproduzidas peças e estruturas em açúcar e “tragant”, uma espécie de massa elástica feita de geléia. Com a massa de marzipan, eram esculpidas flores, frutas e animais que receberam a inspiração do estilo rococo.

    A criatividade desses profissionais não eram brecadas por nenhuma barreira financeira, ao contrário, eles eram incentivados pelo estilo estravagente das cortes européias.
    Desenvolveram-se assim, os confeiteiros em mestres de sua própria arte. Mestres em decoração e arquitetura de mesas de banquetes, com suas estruturas magníficas decoradas com peças açucaradas e que com corantes vegetais, refinavam e embelezavam suas criações. Estas obras não ficavam aquém de outros profissionais da arte.

    A confeitaria ficava na ponta da hierarquia da cozinha da corte, muitas vezes mais importante do que as carnes, os peixes ou mesmo as aves.

    Produções dentro da cozinha da confeitaria


    À partir do século XIX com a adição do açúcar da beterraba, originou-se na Europa a “cultura da fornalha”. Desta vez, a atração não era somente a arte e sua aparência magistosa, mas também a qualidade e o sabor em suas produções. Foram descobertas as massas de “biscuit”, as folhadas, os “petit fours”, massas amanteigadas, massas de amêndoas e tantas outras, que eram servidas como acompanhamento para a mais nova moda européia: o café, o chá e o chocolate quente.

    No verão, os confeiteiros misturavam frutas frescas nas suas produções. No outono, eles aproveitavam as frutas maduras e as transformavam em geléias e compotas para uso durante os meses frios.

    O creme de leite foi apresentado na versão do famoso creme chantilly. Inúmeros bolos foram lançados com essa delícia, uma das primeiras receitas a que se tem conhecimentos vem de 1895, a “Prinzregententorte”.


    Recentemente o ramo da confeitaria, começou a se preocupar com a saúde e bem estar do seu consumidor, procurando adequar aos seus produtos um conceito de doces com menor teor de açúcar e gorduras, como produtos diet e lights.
    A beleza está em se tratar de uma profissão onde o profissional está constantemente em processo de criação e o seu maior mérito é justamente ver estampado nos rostos a satisfação do seu cliente.

    Alem de toda a criatividade e primor no preparo de bolos e doces a profissional da confeiteira investe cada vez mais em sua apresentação pessoal.

    Viviane Sousa é uma referencia de profissional na arte da confeitaria, promove cursos e faz apresentações em feiras do setor alimentício.

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    As  Dólmãs criadas exclusivamente para cada profissional faz o diferencial inspirando credibilidade no seu trabalho.

     

    Viviane Sousa veste Dólmã R&A coleção Arabesco.

    Toda Chef merece trabalhar linda.